quarta-feira, 5 de dezembro de 2018
Qual a distinção entre a estratégia histérica e a do obsessivo?
Neurose Obsessiva
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Teresa Palazzo Nazar
quarta-feira, 28 de novembro de 2018
quarta-feira, 26 de setembro de 2018
Tempo de uma transmissão oral: tempo de escrita
Passar da lembrança à memória exigiu do homem imensa determinação em
organizar as ideias e privilegiar o curto-circuito entre o que a imaginação
cria e o que a memória apreende e marca como tempo.
Articula-se a memória e a
imaginação para dar lugar ou tornar presente algo ausente, ou seja, a
preocupação com o esquecimento está colocada desde que o homem é homem e
aprendeu a falar, na tentativa de não apagar seus rastros e a não coincidência com
a imagem presente, evocada no que é contado e as marcas percebidas na voz de
quem conta uma experiência vivida.
Aristóteles dirá que “memória é
tempo”, “é passado”. Mas pode-se perguntar que tempo é esse, marcado por uma
memória que poderíamos chamar de original?
Refiro-me ao registro corpóreo, essa escrita produzida pelo que a voz imprime e
o que investe enquanto olhar sobre um bebê.
Trecho do texto "Memorar o Possível". - Teresa Palazzo Nazar
Trecho do texto "Memorar o Possível". - Teresa Palazzo Nazar
quarta-feira, 16 de novembro de 2016
Seminário Memória e Linguagem - aberto ao público
Aula de 16-11-2016
Trabalhando este tema durante o ano, dei-me conta de alguns pontos a abordar, hoje , para desenvolve-los em 2017.
Em primeiro lugar, é importante dizer que o teatro, tão intensamente pesquisado por mim faz algum tempo, é um modo de lembrar, de praticar a escrita na palavra falada, trazendo para a cena aberta o que estava esquecido.
Escrita no e com o corpo, o teatro coloca em cena os rastros privilegiados do autor e do ator, como no bloco mágico de Freud, onde a memória se mostra como rastro, no apagado.
Por isso, um ator pode "iluminar" com seu corpo, no ato de "presentar, isto é tornar presente, na cena, o que estava esquecido no escrito.
Trabalhando este tema durante o ano, dei-me conta de alguns pontos a abordar, hoje , para desenvolve-los em 2017.
Em primeiro lugar, é importante dizer que o teatro, tão intensamente pesquisado por mim faz algum tempo, é um modo de lembrar, de praticar a escrita na palavra falada, trazendo para a cena aberta o que estava esquecido.
Escrita no e com o corpo, o teatro coloca em cena os rastros privilegiados do autor e do ator, como no bloco mágico de Freud, onde a memória se mostra como rastro, no apagado.
Por isso, um ator pode "iluminar" com seu corpo, no ato de "presentar, isto é tornar presente, na cena, o que estava esquecido no escrito.
segunda-feira, 22 de junho de 2015
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